28.1.09

Dia 3 - Lexington

Esse foi, talvez, o dia mais movimentado. New Year's Eve Day, estava especialmente gelado, abaixo de zero, cinza. O último dia de trabalho do Clayton antes das férias, então saí de novo sozinha pela cidade no meu Prius alugado. Dessa vez, fui visitar o apartamento que eu morei, no Village Apartments, em 1997-1998. Já falei dele aqui no blog, inclusive com fotos. Peguei a Richmond Road, entrei na South Locust Road, no condomínio, estacionei o carro exatamente na "minha" vaga de 10 anos atrás, e fui até a porta. Não tive coragem de bater na porta, mas tirei foto. Mudaram a cor da fachada, era branco e verde, agora é off-white com branco.


Saí de lá relembrando meus dias com o Luca, tirei até foto do jardim em frente ao prédio aonde ele aprendeu a fazer suas necessidades (eu implorava "Luca pleeeease, faz xixxiiiiii, go peeeeeee, go pooooooooooooo, ele levou umas 30 idas no inverno gélido nesse jardim até aprender, mas depois nunca fez nada dentro de casa de novo, nem lá ou em outro lugar, jamais em tempo algum...eduquei bem :)). Aproveitando o clima de flashback 10 years-ago, resolvi almoçar num restaurante que eu sempre ia, bem pertinho da minha casa, o O'Charley's. Eu ia MUITO lá, principalmente por causa das saladas e das "fully loaded potato skins". Queria reviver um almoço típico daqueles tempos, que incluía um f***-se a dieta em altíssimo grau calórico. Pedi um prato de southwestern cheese potatoes de entrada e iced tea. Uma batata chips crocante por fora, macia por dentro, com queijo cheddar, molho de "cilantro" (como é isso em português), bacon, pimenta, salsa, cebolinha. Uma porção gigante que me impediu de comer outra coisa até a hora do jantar. Aí a foto da batata. Só aí devo ter engordado uns 11kg. Logo depois, ali ao lado também, dei uma passada no Wal-Mart pra comprar alguns itens de farmácia, e engatei num filme para passar logo o tempo. Queria chegar em casa quando o Clayton já estivesse lá. Como não pré programei essa ida ao cinema, entrei no filme que estava passando naquela hora, Yes Man, uma comédia com o Jim Carrey. Não esperei absolutamente nada desse filme, estava num clima levíssimo e queria mesmo ver uma comédia qualquer, mas tê-lo visto e nada, no final, deu no mesmo. Que porcaria. Esse não merece nem uma elocubração, um parágrafo sequer de "crítica", a não ser falar que Yes Man já faz parte da minha movie shit list. Nem mesmo a participação da Zooey Deschanel, ótima atriz e bela - me lembra uma Debra Winger jovem - ajudou, ao contrário, ela também estava chata, meio irritante até. Só pra finalizar, eu já assisti vários filmes do Jim Carrey e gostei de alguns. O ultra-mega criticado Dumb & Dumber (teve a infeliz tradução de Debi & Lóide no título em português) faz parte da minha coleção de DVDs e de vez em quando eu revejo....aah o Jeff Daniels tá impagável...será que devia ter falado isso aqui? Guilty pleasure, here we go. Eu tenho muitas, esse filme, se bobear, é a ponta do iceberg (e não tô falando de Titanic). Mas por enquanto as outras guilty pleasures (sorry, não tem uma tradução desse termo à altura em português) são segredo. Aos poucos, vou revelando....

Zooey Deschanel.
Saí do filme tonta depois de tanta besteira (e pipoca), fui pra casa, encontrei Clayton e Jeff, tomei banho, me vesti e fomos pra nossa festinha de Ano Novo no Mia's. Eis algumas fotos. Lá encontrei outros dois amigos queridos, o casal Tash & Carter Suter. Amo! Passei muitos dias ótimos com eles, que são um dos melhores amigos do Clayton. Inclusive, no meu último dia lá, teve uma festinha na casa deles depois de um jantar divino. Depois da meia-noite, fui dar um bordo na festinha que estava tendo no Limestone Club, pra me encontrar com a Angie e outras amigas. Fiquei pouco, bebi um draft, já estava cansada e preferi ir pra casa dormir do que emburacar com a galera.





Só uma curiosidade: o meu cabelo fica simplesmente ma-ra-vi-lho-so nos EUA, não sei se é por causa da água, da falta de umidade, seja lá o que for fica perfeito mesmo secando ao vento! Aqui no Rio, pra ficar assim, só fazendo uma boa escova no Angel Hair, o meu cabelereiro! Então tirei algumas fotos do meu cabelo no primeiro dia do ano. Parafraseando a Neide Aparecida: "...mas os meus cabelos, quanta diferença"! se ele fosse sempre assim...

Dia 2 - Lexington

Ainda exausta da viagem, dormi que nem uma pedra. Quando levantei, o Clayton já tinha ido pro trabalho. Tomei meu café da manhã sozinha, botei meus casacos, peguei o carro e fui dar um rolé pela cidade. Dia lindo, céu claro, temperatura em torno de 5 graus celsius. Passei pela Nicholasville Road novamernte, dessa vez pra passar horas e horas dentro do meu lugar favorito de todos os tempos: a mega-livraria Joseph-Beth Booksellers, que fica no Lexington Green Mall. Quando morava em Lexington, eu me perdia entre as centenas de estantes, lendo trechos de livros nos sofás confortáveis espalhados pela loja - lá existem exemplares "tester" de livros, ou seja, se você quiser pode lê-lo todo ali: podia pegar, especificamente, esses exemplares com uma faixa escrita "please read me", se aboletar numa poltrona, e esquecer do mundo lá fora. Eu normalmente lia um capítulo inteiro antes de levar pra casa, porque se chegasse no final, o livro valia a pena. Mas também comprava da maneira normal,depois de ler a orelha, ou pela capa mesmo: um dos aspectos mais fascinantes dos livros americanos sempre foram as capas. Na época, os livros brasileiros eram bem capengas em comparação, não existia um capricho editorial e gráfico como hoje (melhorou muito). Livro de capa dura, era coisa rara por aqui. E lá o normal sempre foi sair primeiro em capa dura, mais caro, com papel de alta qualidade e algumas capas que eram verdadeiras obras de arte, e depois em formato "pocket" ou "paperback", mais baratinhos. Nessa época, entre 1994-1998, essa era a única livraria desse porte na cidade, que ainda não tinha sua filial da Barnes & Noble. Lembro muito bem quando entrei lá pela primeira vez e pensei: uma cidade que tem uma livraria como essa não tem como ser um lugar ruim pra morar. Se for tudo ruim ou chato, tem esse lugar.

E no Brasil, ainda não tinha nada parecido. As Saraivas, Fnacs e etc viriam depois e mesmo assim, nunca com a mesma variedade. Além dos livros, tinha ainda uma seção de revistas e jornais do mundo inteiro, uma seção de CDs com ênfase em música clássica, uma seção infantil só de livros e brinquedos educativos, uma seção de papelaria (incrível) , outra de cartões e presentes e um restaurante - The Café - delicioso. E uma livraria com uma seção específica de livros sobre cavalos...não tem como negar, virou um dos meus points favoritos, lugar que voltaria sempre,pelo menos uma vez por semana, para passar horas e horas "browsing". Numa época que esse verbo se aplicava aos livros, e não à internet....

Eu sempre fui fascinada por livrarias, desde pequena, e meu sonho (ou um dos sonhos rs) era ser dona de uma, e com o tempo, o sonho foi se sofisticando e a minha livraria, que seria supostamente numa casinha antiga na Zona Sul, seria uma sede da Shakespeare & Co., ou no mínimo possuir a mesma atmosfera, mesmo décor da loja de Paris ou NY e o andar de cima, literalmente um quartinho com cama e tudo aonde supostamente dorme o gato da manager. Pausa pra fotos da loja de Paris:
Mesmo sem o sonho realizado, sempre que viajo, a primeira coisa que procuro nas cidades é uma livraria, e de vez em quando me surpreendo. Foi numa pequena e charmosa livraria de Tel-Aviv, por exemplo, que guardo na memória o momento mais bacana de uma viagem que fiz a Israel quando eu tinha 17 anos. Também foi nessa livraria que comprei a minha cópia dos Irmãos Karamazov, um dos meus favoritos de todos os tempos. Na minha infância, acho que quando tinha 4 ou 5, adorava um livro (que até eu aprender a ler, aos 6, alguém lia pra mim) que era sobre uma menina que pegava caxumba e ficava de cama até a chegada do médico. Queria lembrar o nome, mas me lembro dos detalhes da história e até do cheio desse livro cheio de desenhos que me fez ficar FELIZ quando eu realmente peguei caxumba. Coisas de criança. Voltemos ao diário. Eis algumas fotos.







Almoçei no restaurante dentro da livraria, no Brontë Bistro, o soup + salad special e uma Diet Coke. Comprei só alguns cadernos moleskine dessa vez, pois meu plano não era comprar nada ainda lá, já que voltaria "várias" vezes.

Andei mais um pouco pela cidade, voltei pra casa e recebi a visita da Angie, uma das minhas melhores amigas da época que eu morava lá. Adorei revê-la, passamos muitos bons momentos juntas, era sempre nós 3: eu, Clayton e Angie. Como uma vez nós nos embebedamos juntas com Chivas, no dia do show do Prince (que na época se chamava um símbolo e se referiam à ele como TAFKAP - The Artist Formerly Known as Prince - ela me trouxe, de presente, uma garrafinha de 500 ml de Chivas 24 anos, daquelas de bolso! Amei e fiquei sem coragem de dizer que depois desse porre resolvi, nunca mais, me arriscar no escocês, que a minha praia agora era vinho e cerveja. Mas é LÓGICO que não disse nada e adorei a garrafinha, que está agora no meu barzinho, e talvez nunca abra.

Demos um tempinho em casa, uma cervejinha gelada, e fomos jantar, eu Clayton e Angie, num restaurante italiano, o Puccini's. Ainda não tinha começado a fotografar meus pratos - mais adiante, nesse blog, fará parte do diário a foto de tudo que comi rsrsrs. Mas lembro que tomei Stella Artois e comi angel's hair pasta com um molho maravilhoso, mas não lembro agora. É um restaurante de rede, daqueles com 500 filiais pelos EUA, então nada de super especial a não ser uma comida bem decente.

16.1.09

Dia 1 - Lexington

Meu primeiro dia foi tranquilo. Dormi no avião no trecho Rio-Houston (thank you, Lexotan), fiz imigração e peguei o avião pra Lexington, cidadezinha do estado de Kentucky.

Foi lá em Lexington que morei durante 5 anos, de 1994 a 1998, e muita gente me pergunta porque escolhi justamente essa cidade, que poucos ouviram falar. Sempre tem alguém que me pergunta com cara de espanto "porque Kentucky?" Pois é, lá é tudo de bom. Tem o charme da cidade pequena americana, daquelas onde todo mundo se conhece, porém com o centro urbano bem desenvolvido, empresas de grande porte, (Amazon.com e Lexmark são duas que me lembro agora), e população de aprox. 250 mil habitantes. É uma cidade maneiríssima, a mistura mais perfeita do urbano e rural, e eu sou meio assim também, adoro sair da loucura da cidade (que gosto) e sem precisar longas viagens, poder ficar num lugar remotíssimo ouvindo apenas barulho dos bichos, silêncio, tudo verde, em paz.

Mas o que me fez ir pra lá, é que Lexington é a capital mundial dos cavalos: The Horse Capital of the World. Ao redor, as vezes a poucos km do perímetro urbano, estão as fazendas de cavalo mais lindas do mundo. Vastos campos de “bluegrass”, reconhecidamente o melhor celeiro para criação da raça puro-sangue inglês do mundo.

A economia da cidade gira em torno da criação dos puros-sangues (e só recentemente de empresas de tecnologia) e quem me conhece, sabe que desde que me conheço por gente sou completamente fixada em cavalos de esporte. Keeneland é lá. Os Haras mais importantes do mundo estão lá, como a Darley, a Claiborne, Lane’s End, Gainesway, Overbrook - aonde serviu o melhor reprodutor PSI dos últimos 20 anos, Storm Cat , Adena Springs, Airdrie, Coolmore Ashford, só pra citar algumas das mais conhecidas. A Copa do Mundo de Hipismo - A FEI 2010 World Equestrian Games – de todas as modalidades – será lá (eu vou!!!), no Kentucky Horse Park.

Quando fui escolher uma cidade pra fazer minha faculdade nos EUA, Lexington foi uma escolha natural. Queria estudar numa boa universidade sem perder o contato com os cavalos, que de alguma maneira ou de outra fazem parte da minha vida desde sempre, tanto como hobby como profissionalmente. Foi na University of Kentucky que me formei em engenharia de telecomunicações com "minor" em TV Studies - e em TV seguiria a minha carreira no Brasil, anos depois.

Bom, nesse primeiro dia, estava mais ansiosa e excitada do que cansada. Foram 10 anos sem voltar, e agora vou rever todos os meus amigos, os lugares que freqüentava, os cavalos.

O meu melhor amigo da época que morei lá, Clayton, até hoje meu best friend, me hospedou. Tirei algumas fotos da casinha dele, uma townhouse super charmosinha perto da Main Street, que ele divide com seu companheiro, que conheci só agora, o Jeff.

Clayton precisava trabalhar até o dia 31. Ele é responsável pela logística da TempurPedic, aquela fábrica maravilhosa de colchões e travesseiros ortopédicos.

Então, para não ficar só e ilhada em casa, já que taxi nessa cidade só chamando pelo telefone e muito caro - paguei 55 dólares por uma corrida da casa até o shopping , acabei alugando um carro. Fiz questão de alugar um carro híbrido, a nova moda nos EUA, não só pra ver qual é desses carros (curiosidade) mas porque achei interessantíssimo! At least I can really act green and not only pretend I will. Porque no Brasil nem tem como rs. Peguei um Toyota Prius, carro elétrico até 25 mph, que faz 55 milhas por galão de gasolina assim que passa dos tais 25 mph! Um absurdo de economia. E o preço da gasolina por lá, nunca esteve tão baixo, nos últimos 15 anos! Chegou a ficar caríssimo, uns 4 dólares por galão, e agora chegou ao nível mínimo (lá o preço realmente abaixa, aqui...a terra do petróleo...só aumenta). Simplesmente amei esse carro, mas só de pensar quanto ele custaria aqui no Brasil (uma fortuna proibitiva, fora o custo da “blindagem”, do seguro...) e por um momento desanimei. Todo mundo sabe que jamais moraria em outro lugar a não ser no Rio, sou carioca daquelas convicta, os 5 anos que passei nos EUA foram suficientes, mas...existem coisas de lá que sinto uma certa invejinha branca porque aqui no Rio a gente não pode ter: segurança, carros bacanas (e baratos, e sem blindagem!!! ). Ah vou confessar, amo aquele Rio de Janeiro da minha infância, da praia de Ipanema com dunas, dos vendedores de mate Leão na lata, da camaradagem, da segurança, etc. E hoje minha adoração pelo Rio é um pouco por cauda disso, ou a sombra do que ele já foi e mesmo assim nunca trocaria por lugar algum do mundo, inclusive SP, já recusei ofertas de trabalho irrecusáveis em São Paulo porque eu SEI que não seria fácil trocar o Rio por aquela selva de pedra. Aqui nessa cidade, Lexington, KY, acho que nem carro forte é blindado. Blindagem só os hummers que vão pra guerra. E mesmo assim não dá pra falar pras pessoas que carro de bacana, no Brasil, é blindado. Vai dar muito trabalho explicar o motivo e prefiro cut it short, not mention anything about this fuckin' thing.

Atravessei a Nicholasville Road, passava por lá praticamente todos os dias, pelo menos durante o ano e meio que morei numa ruazinha as margens. Fui no shopping (Fayette Mall).

A noite pedi para jantar no meu restaurante favorito, que ainda está lá, o A La Lucie’s. Como todo o meu primeiro dia de viagem, sempre acho que vou conseguir fazer uma dieta (ha ha ha), sempre com aquela boa intenção: não posso comer muito, não posso engordar! Então pedi uma salada divina com Cranberries acompanhada de um pinot noir, pois vinho tinto, no frio de 0 grau de media que viria a pegar durante essa viagem, foi um grande companheiro.

Depois do jantar, fomos no bar de uma amiga minha, a Mia. O bar possui o nome dela: Mia’s – e nunca tinha ido, pois foi inaugurado em 1999 e já tinha ido embora. É lá que viria a ser a nossa festinha de ano novo. Nessa noite, revi Mia e conheci a sócia dela, Marybeth.

Voltamos pra casa, o vinho fez sua parte e me ajudou a cair no mais profundo sono, “Jet-lagged sleepiness”, pra ser mais exata.chegando em Lexington. vista de cima, sobrevoando um dos haras. a casa do Claytona cozinha do Jeff - que é cozinheiro. a varanda freezer. o pinot noir que tomei no meu restaurante favorito, A La Lucie. best friend...at Mia's, karaoke night (rsrsrsrs). Mia's after hours.

12.1.09

Atualização Pendente ... eu sei....

CHEGUEI NO RIO. A VIAGEM FOI TUDO DE BOM. Escrevi um diário e vou postar aqui já já, estou organizando as fotos, etc.

29.12.08

Diário de Viagem - Dia 1

Estou em Houston, no Texas, o aeroporto daqui - George Bush Airport - é o "hub" da Continental, a cia aérea que me trouxe aqui. Meu vôo saiu ontem do Rio, parou em SP por uma hora (saaaco) e seguiu direto pra cá. Passei pela imigração depois de responder às 25 perguntas do agente, e agora aguardo meu próximo vôo rumo a Lexington num juriti - espera excessiva - de 5 horas e meia. Tomei café da manhã no McEka, o único aberto na hora que chegamos (4 e meia da madrugada) e consegui um cantinho online com acesso a internet wireless pra passar o tempo...ao contrário do Galeão (aquele antro ainda não merece ser chamado de Tom Jobim), um lixo de aeroporto, pelo menos o Terminal 1 (velho) aonde embarquei, além das dependências imundas, cadeiras quebradas, banheiros nojentos, não tem uma tomada sequer pra plugar laptop, em lugar algum. Acesso wireless só se pagar 25 reais. Odeio falar mal de coisa brasileira (porque AMO o meu país acima de tudo e acho cafona ficar botando defeito ou comparando com outros países) mas esse Galeão....mó vergonha.
Bom, pra passar o tempo, além da net, comprei um arsenal de revistas, muitas mesmo, porque ainda tenho pela frente, além da espera, um vôo de 3 horas de duração e adoro essas edições de final do ano, que trazem retrospectivas, etc. São elas: The New Yorker, Vanity Fair (que traz na capa a Tina Fey, aquela sósia hilária da Sarah Palin ), TV Guide (traz the best of 2008, ainda tenho vício e curiosidade de saber tudo que acontece nas TVs pelo mundo), Architectural Digest (a capa é o Brad Pitt de chapéu em frente à sua casa em New Orleans...enough said), a edição Man of The Year da Time (Obama, obviously), a Consumer Reports, que traz reportagem especial sobre os melhores e piores aparelhos de celular, a Entertainment Weekly (Best and Worst of 2008 no cinema, TV, teatro, DVD...), a US Magazine (porque na capa traz uma mulher que perdeu 100 lbs. rsrsrs) e o The Economist, cuja manchete de capa é "Why We Love Music". Também comprei o novo livro de contos do Stephen King, pra dar medinho antes de dormir, e um paperback do Dean Koontz chamado "The Darkest Evening of The Year", sobre o elo entre uma mulher e seu Golden Retriever - não tem nada de Marley & Eu, é supostamente um suspense bem dramático.
É isso. E aqui estou, acabei de escutar pelo autofalante "Ladies and Gentlemen, we just found an insulin kit, if you lost an insulin kit, please report to Lost and Found". Imediatamente penso no Luca. A medalhinha que passou pelo menos 7 anos no pescoço dele, carrego comigo no bolso. Vou começar a ler os 10001 artigos dentro dessas revistas agora.

28.12.08

Fui!

and Lexington

24.12.08

Shorpy - 100 Year Photo Blog


Vale a pena passar por .

Meu Presente de Natal

O presente de Natal que pedi para o meu amigo oculto. Será que vou ganhar? Tão baratinho, essa pechincha não dá pra perder, só 275,000.00, mas vale cada cent.

Reportagem de 1901: Previsões para 2001 - INCRÍVEL

Os erros e os acertos - um achado do século passado. A melhor previsão é a possibilidade de chegar a Inglaterra em apenas 2 dias...e de que o transporte aéreo nunca será de massa como o marítimo. a fotografia será telegrafada, disponível para todos apenas uma hora após o fato, com todas as cores da natureza...clique para aumentar a foto e leia as previsões. Nostradamus, quem? É imperdível.

12.12.08

Cidade Fantasma - As 10 Mais Impressionantes

Fiquei impressionada com essa lista no blog "The Oddities of Our World", reproduzo, traduzido para o português, aqui. Me deu um certo medinho, principalmente das 2 primeiras e da Kowloon Walled City (parece o inferno na Terra, medo, medo, medo). Enjoy.

1. KOLMANSKOP (Namibia): Enterrada na areia.
Kolmanskop é uma cidade fantasma no sul da Namíbia, poucos kms distante do porto de Lüderitz. Em 1908, Lüderitz vivia a febre da exploração de diamantes e por isso, atraiu muita gente pra essa área com esperança de riqueza. Em 2 anos, foi erguida no meio do deserto uma cidade completa, com escolas, cassino, hospital e edifícios residenciais de alto padrão. Porém, pouco tempo depois, quando o "boom" do diamante acabou, assim como a Primeira Guerra Mundial, começou o "início do fim". Nos anos 50, a cidade já estava deserta e as dunas já tomavam conta do que sempre lhes pertenceu. Não demorou pra areia tomar conta de tudo: prédios, as ruas, os belos jardins...portas e janelas quebraram, telhados se espalhavam pelo deserto. E assim nasceu uma nova cidade fantasma.Alguns prédios antigos continuam ali, assim como ainda existem interiores em boas condições, como o teatro. Mas todo o resto são ruínas.

2. PRYPIAT (Ucrânia): a cidade dos funcionários da Usina de Chernobyl.Prypiat é uma cidade abandonada na Zona de alienação no norte da Ucrânia. Era a casa dos funcionários da usina nuclear de Chernobyl, abandonada em 1986 logo após o disastre de Chernobyl. Antes do acidente, a cidade tinha aprox. 50 mil habitantes. Até pouco tempo atrás, o lugar era praticamente um museu que documentava o final da era Soviética. Prédios residenciais (4 deles eram construções recentes e ainda desabitados), piscinas, hospitais e outros edifícios foram completamente abandonados, e tudo dentro dos lugares, deixado para trás, inclusive discos, papéis, TVs, brinquedos de criança, móveis, jóias, roupas, etc. que uma família normal teria levado consigo. Só permitiram que os residentes levassem apenas uma mala com documentos, livros e roupas não contaminadas. Porém, a maioria dos prédios foram completamente vandalizados algum ponto no início do século 21. Nada que tivesse valor foi deixado pra trás: levaram até tampas de privada. Alguns prédios continuam intocados, mas a maioria dos interiores foram vandalizados e saqueados ao longo dos anos. Como os prédios não são mais cuidados, os tetos vazam, e durante a primavera os aposentos ficam debaixo d'agua. Não é raro ver árvores crescendo nos telhados e até dentro dos prédios, apressando o nível de deterioração. Por causa disso, uma escola de 4 andares desabou em julho de 2005.

a seguir, postarei amanhã: SAN ZHI (Taiwan), CRACO (Itália), ORADOUR-SUR-GLANE (França), GUNKANJIMA (Japão), KADYKCHAN (Russia), KOWLOON WALLED CITY (China), FAMAGUSTA (Chipre), AGDAM (Azerbaijão).

Giving Up, Moving On

he's not waiting anymore for the phone to ring :)

9.12.08

Quem Tem Medo de Papai Noel?

Videozinho que fiz com imagens coletadas na internet para o Natal de 2008. Especialmente pra quem tem medo de Papai Noel. Ainda mais esses do vídeo, mais engraçados que as crianças! São 2 versões, uma com Nat King Cole (lenta) e outra com Frank Sinatra.

8.12.08

Um artista incrível - Phil Hansen

é ver pra crer...

I Wish To Report a Burglary

Não dá pra mim!

6.12.08

Philip Zimbardo: o Bem e o Mal

Philip Zimbardo: Why ordinary people do evil...or do good. Da série Ted Talks. Imperdível.

5.12.08

Joca e Chopp

Chopp, o labrador chocolate dos olhos claros amendoados da minha vizinha Tatiana, que veio do mesmo canil do Joca (Canil Reanfer) brincando na garagem, hoje a tarde. O Chopp ainda não pode sair de casa (tem 50 dias). Eles se adoraram...vão ser melhores amigos. Essa fofice toda...não dá pra mim!

Hollywood Studio Logos - A História Por Trás

Informação inútil pra maioria, mas muito bacana pra quem curte cinema: a história por trás da criação das logomarcas dos principais estúdios de Hollywood.

4.12.08

2.12.08

Starpoint Rio Sul - mudança


Inauguração nova loja - mudança para o 4º andar